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Por Camila Almeida

Para qualquer turista que planeja a próxima viagem é recorrente a dúvida de qual a melhor forma de pagar as despesas em território estrangeiro. Levar dinheiro ou utilizar cartão, seja pré-pago ou de crédito, tem suas vantagens e desvantagens. Se sua ideia é a moeda em espécie, confira a seguir os prós e contras para tomar a melhor decisão:

Prós

-possui a menor cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) entre as demais modalidades de consumo. Paga-se 1,1% sobre o montante de moeda comprada;

-pode ser motivo de barganha na hora de negociar preços tendo “dinheiro vivo”;

-é mais prático ter dinheiro local para comprar no valor exato do que está levando. Isso evita perdas na hora da conversão em estabelecimentos que aceitam outras moedas mas dão o troco com a local, como no Uruguai, Argentina, Turquia e Israel, por exemplo;

-permite fazer compras onde nem sempre há máquinas de cartões, como em bazares, feiras livres e até pagar corrida de táxi.

Contras

-há limite para compra de moeda estrangeira, no valor de R$ 10 mil. Acima disso é preciso declarar a quantia que leva, bem como justificar sua procedência. Confira quais as regras para o país de destino quanto ao limite de dinheiro e procedimentos exigidos;

-o que mais pesa na decisão de levar dinheiro em espécie é a segurança. Em qualquer país os turistas são visados e alvo de golpes. Qualquer descuido com bolsas e mochilas pode estragar a sua viagem;

-se o seu medo é não se controlar a algumas extravagâncias com o cartão de crédito, ter o dinheiro contado pode te privar de aproveitar momentos únicos em uma viagem tão esperada. E mesmo que leve um dinheiro pensando em despesas extras e emergências, elas podem ser mais caras do que o previsto.

Atualizado em 03/05/2016


Imagem: morgueFile